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7 outubro 2017 - 00:04:08 h

 

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3 setembro 2017 - 09:43:45 h

 

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7 maio 2017- 23:42:05 h

 

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impulsos na pele despida

tanto o sol encobre o vento
como a terra come o ar
tal e qual o pensamento
sempre sempre a questionar.

panorama onde deleito
num sentir que tanto quero
mas que lindo amor sem jeito
vê-se logo que exagero.

um momento aproveitado
gera um futuro distinto
fruto do lixo retirado
é presente pro que sinto.

 

15 abril 2017- 19::07:15 h

 

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25 setembro 2016 - 23:44:32 h


A Covilhã com raízes de lã

25 setembro 2016 - 23:44:32 h


A Covilhã com raízes de lã

18 setembro 2016 - 02:03:23 h


A Covilhã com raízes de lã

15 setembro 2016 - 01:17:15 h


A Covilhã com raízes de lã

5 fevereiro 2016 - 17:55:03 h


A Covilhã com raízes de lã

10 janeiro 2016 - 23:19:08 h


A Covilhã com raízes de lã

12 outubro 2015 - 15:11:21 h


A Covilhã com raízes de lã

2 outubro 2015 - 17:41:12 h


A Covilhã com raízes de lã

1 setembro 2015 - 17:31:07 h


emoções insondáveis de amores que a Margem Sul recorda

3 julho 2015 - 16:07:56 h


emoções insondáveis de amores que a Margem Sul recorda

14 maio 2015 - 21:33:59 h


emoções insondáveis de amores que a Margem Sul recorda

19 março 2015 - 13:07:31 h


emoções insondáveis de amores que a Margem Sul recorda

9 fevereiro 2015 - 19:07:31 h


emoções insondáveis de amores que a Margem Sul recorda

13 janeiro 2015 - 13:32:30 h


emoções insondáveis de amores que a Margem Sul recorda

4 outubro 2014 - 21:12:52 h


emoções insondáveis de amores que a Margem Sul recorda

20 julho 2014 - 23:35:21 h


emoções insondáveis de amores que a Margem Sul recorda

10 junho 2014 - 00:16:31 h


emoções insondáveis de amores que a Margem Sul recorda

07 junho 2014 - 01:28:37 h


emoções insondáveis de amores que a Margem Sul recorda

26 fevereiro 2014 - 22:49:52 h


emoções insondáveis de amores que a Margem Sul recorda

23 dezembro 2013 - 00:08:25 h


emoções insondáveis de amores que a Margem Sul recorda

23 setembro 2013 - 23:22:09 h


emoções insondáveis de amores que a Margem Sul recorda

10 setembro 2013 - 23:03:07 h


emoções insondáveis de amores que a Margem Sul recorda

11 agosto 2013 - 22:08:09 h


emoções insondáveis de amores que a Margem Sul recorda

28 julho 2013 - 00:13:27 h


recebo e sinto

24 julho 2013 - 23:37:03 h


recebo e sinto

12 julho 2013 - 00:39:13 h


os erros estão em grande

03 julho 2013 - 21:49:04 h


Sou uma vítima da tranquilidade

17 junho 2013 - 22:31:16 h


Não acredito que o corpo deixe fugir a alma.

24 abril 2013 - 00:31:14 h


Não acredito que o corpo deixe fugir a alma.

10 abril 2013 - 23:29:39 h


Dou frutos rápidos e desapareço.

20 fevereiro 2013 - 23:19:59 h


Duas Palavras. Quais? Um beijo

13 dezembro 2012 - 23:58:11 h


Inventar o meu próprio roteiro.

7 dezembro 2012 - 11:02:34 h


Há prazeres no ar para eu querer, apertos de sorrisos a representarem-me.

23 novembro 2012 - 23:39:47 h


Há prazeres no ar para eu querer, apertos de sorrisos a representarem-me.

23 novembro 2012 - 00:04:12 h


Há prazeres no ar para eu querer, apertos de sorrisos a representarem-me.

14 novembro 2012 - 12:40:34 h

Há prazeres no ar para eu querer, apertos de sorrisos a representarem-me.

03 novembro 2012 - 01:44:40 h

Bolas de Criança

10 outubro 2012 - 19:43:06 h

Bolas de Criança

5 outubro 2012 - 12:30:34 h

 

Muda o que dizes, não o que sentes

16 agosto 2012 - 00:42:39 h

Muda o que dizes, não o que sentes

16 julho 2012 - 23:19:07 h

o meu diário tem a primavera dentro

08 julho 2012 - 11:25:46 h

o meu diário tem a primavera dentro

15 junho 2012 - 00:28:27 h

A vida é para ser comida com os dentes.

8 junho 2012 - 01:40:36 h

A vida é para ser comida com os dentes.

26 maio 2012 - 11:53:11 h

A vida é para ser comida com os dentes.

13 abril 2012 - 19:54:52 h

Plagio o visto para o transformar nisto

5 abril 2012 - 19:15:15 h

Plagio o visto para o transformar nisto

9 fevereiro 2012 - 01:15:59 h

Plagio o visto para o transformar nisto

8 Dezembro 2011 - 00:18:52 h

Plagio o visto para o transformar nisto

30 Novembro 2011 - 12:04:30 h

Plagio o visto para o transformar nisto

Loucura, vem cá e serve de placebo
a todos os problemas.

27 Outubro 2011 - 17:41:27 h

Plagio o visto para o transformar nisto

Plagio o visto para o transformar nisto.

28 Setembro 2011 - 23:41:23 h

Tantas sumptuosidades a que por ser humano tenho acesso.

Tantas sumptuosidades
a que por ser humano tenho acesso.

19 Setembro 2011 - 13:01:27 h

A Máscara do Tempo

23 Agosto 2011 - 17:03:19 h


Hoje vou colorir o invisível.

Hoje, vou colorir o invisível.
16 Agosto 2011 - 10:51:03 h


Aproveitar a vida sem fazer dela corrida.

Aproveitar a vida sem fazer dela corrida.
28 Junho 2011 - 20:55:14 h


A vida é tão simples quando se idolatra a interioridade.

A vida é tão simples quando se idolatra a interioridade.
19 Junho 2011 - 09:53:41 h


Sem o consentimento da perfeição


04 Junho 2011 - 06:35:40 h

Que serenidade é esta que se abate em emoções estranhamente fáceis de reflectir. Talvez o sonho, com os reflexos de carências físicas envidraçadas no fumado, não deturpe o meu legado que sempre julguei resplandecente de magia.

13 Maio 2011 - 01:05:44 h


A Felicidade? Não! O bem-estar é mais certo.

A Felicidade? Não! O bem-estar é mais certo.

30 Abril 2011 - 21:50:09 h


A arte casou comigo

A arte casou comigo
mas eu dela nada quero
todos pensam que a sigo
tendo em conta que a esmero.

(Heptassílabo ou Redondilha Maior)

30 Abril 2011 - 22:35:00 h


Preciso que o mundo pare para o perceber.

27 Abril 2011 - 22:10:50 h


O gosto pelo individual vem do criativo

O gosto pelo individual vem do criativo
e dos pensamentos escravos da forma roda da cabeça.

20 Abril 2011 - 17:02:35 h


As ideias têm sexo?


7 Abril 2011 - 21:34:14 h



Os peixes, na água, saúdam-me com as migalhas dos esgotos e com os segredos dos enigmas nos escombros de Aveiro. A noite fecunda tem brilhantina venenosa e lantejoulas de origem grega, com uma tribuna atrevida a perguntar.

15 Fevereiro 2011 - 23:15:49 h



Peregrino pelo dia com a estranheza como guia.

11 Fevereiro 2011 - 11:29:38 h



Quando não sinto nada, tenho de fazer de conta.

28 Fevereiro 2011 - 00:20:42 h



Sou um peão atencioso neste universo moradia.

25 Fevereiro 2011 - 13:11:28 h



Quero os pensamentos a alimentar
o meu gozo de ver.

07 Fevereiro 2011 - 00:36:44 h



O que sou todo eu gosto.

31 Janeiro 2011 - 22:08:40 h



Acordar o íntimo em consonância com o deus Sol
que segue pleno pelo dia.

28 Janeiro 2011 - 23:58:48 h



Saber que não presta interessa.

19 Janeiro 2011 - 22:35:15 h



Parece que o exterior se despiu do seu monótono
e consagrou a volatilidade que todas as ilusões têm.

06 Janeiro 2011 - 13:21:56 h



Está um frio de querer ser gelo,
ser todo puro e amar ser.

28 Dezembro 2010 - 16:20:24 h



Não são os calados que caem no escuro
mas quem os ouve.

15 Dezembro 2010 - 23:16:59 h



Está quente, e com a motivação de férias
anda o stresse proibido.

13 Dezembro 2010 - 11:07:00 h



As frases jorram e serpenteiam o redor
da masmorra onde sou criador.

06 Dezembro 2010 - 00:41:41 h



Ai se Júpiter antevisse
os desvios a que o planeta nos levou.

03 Dezembro 2010 - 11:24:52 h



Na alta cidade o ser feliz é um mau tributo
tonto pelo seu estorvo.

02 Dezembro 2010 - 21:23:21 h



Legendo o passado porque o agora,
coberto de razão, não levanta um dedo.

22 Novembro 2010 - 21:34:35 h



Se fosse possível ignorar o frio fio da fome
estacava apaixonado pelo indiferente.

05 Novembro 2010 - 11:46:37 h

Há deuses que me guiam
mas sou que lhes pago, que os demito e permito.

12 Outubro 2010 - 00:46:39 h




O insulamento é um exame ao agora,
efabulações entre o certo e o limiar da desforra.

07 Outubro 2010 - 00:10:17 h



São vinte e uma e trinta e sete e já não sei se o céu se anila ou escurece. Nesta altura deixo de ver a quietude das paredes, cadeiras, ancinhos, astrolábios, saboneteiras e também não uno os dedos porque senão colam, só romanceio sozinho como uma maçaneta ilustre que ninguém faz rodar.

04 Outubro 2010 - 21:37:08 h



É um prodígio existir sem ânsias.

25 Setembro 2010 - 00:43:22 h



Escrever um nada num gume de espada. Voltear, e de novo, dentro dum ovo, orações de santos aguçadas nos cantos repelem dos dias os prantos. Fico demente e de repente a flecha do real crava-me no ombro um punhal. Recupero do ruim e deixo de distrair-me de mim.

20 Setembro 2010 - 01:33:04 h



Estiquemos as pernas para o ultra-realismo
que encobre o mundo.

16 Setembro 2010 - 00:46:40 h



Nabos os diabos que nos proíbem a entrada.
8 Setembro 2010 - 01:12:25 h



E o dia passou todinho sem eu sentir.
26 Agosto 2010 - 00:11:16 h



À minha frente, frases num muro sorridente.
18 Agosto 2010 - 19:48:19 h



Estava sentado, a tentar desfrutar do que fazia e no entanto estava irritado sem saber o que queria. Foi aí que me deu um vaipe e percebi, sem fazer caso disso, que aquilo já estava sem vida e eu não queria reparar nisso.

21 Julho 2010 - 21:38:03 h



Um crescimento interior persegue-me
indiferente a qualquer vontade.

14 Julho 2010 - 11:33:51 h



Ao saborear o ar limpo alguém se queimou no mais sujo. Diz lá como foi, é que sem ver não posso crer, diz aos ouvidos mais abertos que o ar sujo é para os potes mal pensados, para os bobos desenterrados da ilusão da juventude.

08 Julho 2010 - 03:08:10 h



Sinto-me pronto
para o doce estado que me protege e segue.

02 Julho 2010 - 23:23:33 h



A vida oferece os seus frutos sem pedir nada em troca.

25 Junho 2010 - 14:08:26 h



Que truque de segunda preparar o dito para o transformar em bendito. Adoçante de cacau que me ralhas de mau, carro sem janelas com assentos de selas a viajar numa veia a uma orelha para espiar o injusto como se fosse um boato cusco. Fechar esta expressão anormal de uma forma singular. Desacreditar as rimas que são todas inimigas e trabalhar o vivido para melhorar o que é seguido.

19 Junho 2010 - 09:10:58 h



Nunca compro nem vendo uma experiência
garanto, nem uma, nem duas, nem três
esse negócio só pode dar falência
ninguém sofre, ninguém ama em nossa vez.

(hendecassílabo)

16 Junho 2010 - 20:01:11 h



Não tenho almoço, só beleza sentimental.

07 Junho 2010 - 01:18:59 h



Neste momento fecundo,
lembro-me de outras coisas do mundo,
sem fel nem asfalto vagabundo.

30 Maio 2010 - 02:12:08 h



Ininterrupto persigo os meus passos e depois fujo deles receando os coices secos da sorte. Ferraduras partem a minha audácia, recupero e de novo fico hirto, sem músculos na face, sem valor no peito, sem poder de sobressair.

20 Maio 2010 - 23:28:16 h



O aparecimento da minha ausência
que tem asas de presença.

18 Maio 2010 - 12:38:45 h



Reparo em esboços deste mundo, quadros malfadados e de cores virulentas decorados com a retrógrada ideia da perdição humana. Esquecem o céu que reflecte todos os sorrisos humanos e as nuvens brancas lançadas pelos poderosos sonhos dos ousados. Critico tais pintores e seus fãs. Este quadro não me agrada! Juntei algum dinheiro e comprei tintas mais vivas. Depois, cravei os olhos no mundo e com o meu arredio feitio cobri uma tela com um aspecto bem mais aprazível.

12 Maio 2010 - 20:25:28 h



Por hoje é tudo, vou de penas embrulhado em mudo.

02 Maio 2010 - 01:51:42 h



Meias-ideias atacam de lado o anelo
de por cá me fixar com carmes.

27 Abril 2010 - 01:28:41 h



Dia em estado alegre de existir
numa normal graça imposta por um bem-estar afortunado.

16 Abril 2010 - 00:12:00 h



Neste acto simples despeço a superficialidade,
de saco às costas a saborear a anatomia do bom senso.

10 Abril 2010 - 14:10:21 h



Tudo é imperfeito na busca da mortalidade sem vícios.
Tudo é perfeito na busca da imortalidade com vícios.

3 Abril 2010 - 16:24:06 h

Nestes dias primaveris, onde a hora adianta por uns meses e que coincidem com a lua de luz redonda, apetece-me ficar a olhar gandaiamente as historietas da natureza humana que andam enroladas, com muito engenho, nas pronúncias regionais, nos repuxos das fontes modernas, no néctar dos frutos mais suculentos, nas frases ditas com palrarias válidas, nos mimos, nas jigajogas, em fraques escuros, nas hortaliças velhas, em prognósticos inalienáveis e nas conjecturas unânimes de bonifrates autónomos.

31 Março 2010 - 12:57:43 h

É mais fácil escrever com tanques de metáforas
e ramos de alegorias para expor de forma clara
o que por vezes não é assim tão evidente.

27 Março 2010 - 12:30:20 h

Se fujo das palavras elas perseguem-me.
Agarro-as e a minha atenção envolve e pensa.

22 Março 2010 - 22:25:54 h

Rasgar as teias para bloquear as veias, não respirar para evitar o constar. Transluzir o agora por detrás do escrito, remédio bendito nas palavras que dito. Emendar o erro que não sei se incorrecto ou se pouco mal feito.

20 Março 2010 - 13:10:39 h


Estou marcado por um redor
que pode ou não ser de busca.

9 Março 2010 - 23:49:02 h


São as cores que acedem às emoções e as misturam aos somatórios de gracinhas diversificadas.

4 Março 2010 - 23:07:01 h


Fácil é deixar a vida saltar como um voo de mosca,
por entre momentos agonizantes de sentimentalismo.


27 Fevereiro 2010 - 08:27:37 h


Que tamanho sentido existencial o imortal da criatividade demarcado da realidade.

23 Fevereiro 2010 - 12:39:11 h



Prefiro um murro e uma flecha no peito
que a vista dum templo com defeito.

18 Fevereiro 2010 - 23:27:57 h



E se a Ria enchesse por completo
e me levasse para local incerto?

9 Fevereiro 2010 - 2:08:53 h



Caem no meu espaço e misantropo arquivo espólios num oculto campo no regaço. Volto-me emergente e bóio incoerente. Contesto a falta de revolta. Alongo as pernas e nada me mata, nada me sacode desta esfera
corrida de sins.

4 Fevereiro 2010 - 23:33:13 h



Os ponteiros do meu norte andam sempre a galope.

27 Janeiro 2010 - 23:44:54 h

Eu sinto por frases.

20 Janeiro 2010 - 22:48:16 h

sssUm refresco de indisciplina pinga e a agenda cai directa num invólucro de discórdia. Coxeio na rasteira para fugir à ratoeira e espreito a vida para não bocejar em caçadeira. Preparo o escudo e aprendo suicida.
Vulgarizo blasfémias, brumo cínico, vingo clínico.

14 Janeiro 2010 - 23:23:14 h
Cheria-me a deuses

Cheira-me a deuses e emano de mim
um sabor austero de hedonismo.

11 Janeiro 2010 - 00:17:04 h
vem, vamos, anda daí

Esqueço-me de mim e arrependo-me logo.

07 Janeiro 2010 - 21:48:32 h
vem, vamos, anda daí

Sempre que tenho frio, o meu ser pede e eu crio.

29 Dezembro 2009 - 13:44:27 h


vem, vamos, anda daí

Pegar nas ideias que ninguém toca
e sair da festa sem abrir a boca.

18 Dezembro 2009 - 00:59:37 h


vem, vamos, anda daí

Só a escrita depura um vate.

08 Dezembro 2009 - 23:11:02 h


vem, vamos, anda daí

Às pás nas tantas está vendido à felicidade.

25 Novembro 2009 - 00:33:32 h
vem, vamos, anda daí

Custa-me ver o dia desaparecer
sem um registo que o glorifique.

17 Novembro 2009 - 16:53:50 h


vem, vamos, anda daí

nos meus olhos um funil sempre rodado
o campo de visão muda, está louco      
o que é belo fica gigante, ampliado
e o feio menos feio, menos um pouco.

(hendecassílabo)

10 Novembro 2009 - 18:10:54 h
vem, vamos, anda daí

O braço em vaivém e o tempo dá o que tem, enquanto rendo voos de serrote num tapete sem archote.

20 Outubro 2009
vem, vamos, anda daí

A novidade vem aí,
cheia de sacrifícios saborosos para quem os adora.

9 Setembro 2009
vem, vamos, anda daí

Completo desaparecimento da sombra solar
que nos copia a todos.

2 Setembro 2009
vem, vamos, anda daí
Como os deuses me surpreendem.
5 Agosto 2009
vem, vamos, anda daí
Tanto posso ser abraço
como um cometa no espaço.
5 Agosto 2009
vem, vamos, anda daí

e diz-me o ombro em tom cínico
o teu estado não é clínico.

6 Julho 2009
vem, vamos, anda daí

Um corte de homem inteiramente a cores.

22 Junho 2009
Calco relva como o ar durmo em pé sem lá estar.

Ontem atirei pedras ao futuro
e bafejei-o de altercação.

17 Maio 2009
Calco relva como o ar durmo em pé sem lá estar.
Se me largo nos meus bolsos
costuro-me com linha forte
e transformo-me em casaco.
21 Abri 2009
Mochila às costas vida em postas

Duplicar as dores do prazer de ser.
13 Abril 2009

Pia o sol pia o dia

Recordar é amar-me endeusado.

6 Março 2009

test image

estou num prato
duro, ruim
sola sapato
assim assim

1 Fevereiro 2009
test image

Amargos cardos à vontade rolam! Eu, atento, continuo completo, o meu ser sou eu, o meu eu repleto. Distrai de prosa cai no metro. Não acertes. Ponto final de cinco em sete palavras e desmarcas a medida. Isso, escreve suave e sem escala! Digo escrúpulos, folo em júbilos, descrevo formas em cambalhota sem gravidade que me aperte.

1 Janeiro 2009
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